Experimental é uma tradição compositiva que nasceu em meados do século XX, especialmente na América do Norte, onde compositores buscavam criar música cujo resultado fosse imprevisível. John Cage é o grande nome dessa corrente, mas o termo também descreve qualquer música que desafia os limites do seu gênero.
A música experimental surgiu como uma abordagem compositiva genuinamente radical: em vez de seguir estruturas e regras estabelecidas, compositores experimental buscavam criar sonoridades cujo resultado final era incerto, impredizível. John Cage consolidou essa visão como o expoente mais influente do movimento, deixando um legado que repercute até hoje nas prateleiras de qualquer colecionador interessado em vanguarda.
Mas experimental virou um termo bem mais amplo na coleção de vinil. Você vê a palavra sendo usada para descrever qualquer coisa que empurra os limites de um gênero, misturas de estilos díspares, ou incorpora ingredientes não-convencionais e única que fogem ao esperado. Também aparece para aquelas faixas eletrônicas dos anos 50 controladas por computador, ou registros de eletrônica e musique concrète da época.
Na prática, experimental tornou-se um rótulo versátil na crítica musical: serve tanto para descrever música que rejeita as normas tradicionais quanto para marcar qualquer disco que saia do padrão. Se você caça discos que desafiam convenções e exploram territórios sonoros novos, experimental é onde você procura.