Ir para conteúdo principal
Garimpa

Bratmobile

1 disco de vinil encontrado

Bratmobile foi a banda que personificou o Riot Grrrl da década de 1990, saindo da cena underground do Noroeste Americano e Washington, DC com uma proposta punk que misturava feminismo, pop e atitude. Se você coleciona vinil dessa era, conhece a importância delas no movimento.

Discos de Bratmobile disponíveis

Filtrar por Preço

Sobre Bratmobile

Tudo começou em 1991 quando Allison Wolfe e Molly Neuman, estudantes da Universidade de Oregon, trocavam ideias sobre um fanzine feminista chamado Girl Germs e decidiram tocar juntas no North Shore Surf Club em Olympia. Durante uma viagem para Washington, DC naquele mesmo ano, elas conheceram Erin Smith, guitarrista que co-autorava o fanzine Teenage Gang Debs, e os três cliques aconteceram naturalmente. Em julho de 1991 o trio se apresentou pela primeira vez como uma banda de três integrantes, e pouco tempo depois participaram do histórico International Pop Underground Convention em Olympia, sendo a única banda a tocar duas vezes no festival.

Entre 1991 e 1994, o trio lançou o álbum clássico Pottymouth e o EP The Real Janelle pela Kill Rock Stars, além de uma sessão para a BBC. O reconhecimento era instantâneo, mas a intensidade da mídia e as pressões internas do movimento Riot Grrrl levaram a banda a se separar em 1994, ainda durante um show. Os cinco anos que se seguiram foram dedicados a outros projetos: Molly trabalhou na Lookout! Records em San Francisco e depois se tornou gerente geral da label, enquanto Erin e Allison formaram a banda Cold Cold Hearts em Washington, DC. Em 1999 as três decidiram reunir para uma apresentação baixa em Oakland, e a química restaurada as levou a turnês com Sleater-Kinney, The Donnas e The Locust.

O retorno de Bratmobile em 2000 com Ladies, Women and Girls mostrou que nem a audiência nem a crítica as tinham esquecido. O álbum, produzido por Tim Green da Nation of Ulysses, expandiu o som minimalista da banda com contribuições de Jon Nikki. Girls Get Busy chegou em 2002, dessa vez com teclados de Audrey Marrs que deram um colorido novo ao estilo. A banda entrou numa pausa indefinida depois de 2003, consolidando um legado que permanece central para qualquer colecionador de punk feminista. No Garimpa Vinil uma edição está rastreada no catálogo.