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Garimpa

Chet Baker

35 discos de vinil encontrados

Chet Baker foi o rosto mais bonito do jazz cool, um trompetista que tocava com lirismo quase sussurrado e uma voz que parecia vir de um filme noir em preto e branco. Entre os anos 1950 e sua morte trágica em 1988, deixou um catálogo fascinante marcado por colaborações memoráveis, exílio europeu e uma luta constante contra os vícios que definiriam sua vida.

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  • Chet Baker & Strings [Disco de Vinil] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Chet Baker In New York [LP] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Chet Baker Sings [Gatefold Deluxe Edition] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Chet Baker Sings: It Could Happen To You [LP] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Chet Is Back por Chet Baker, capa do álbum
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  • In New York [Disco de Vinil] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Playboys [VINYL] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Sings [Dark Blue Colored Vinyl] por Chet Baker, capa do álbum
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  • Sings [VINYL] por Chet Baker, capa do álbum
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Sobre Chet Baker

Nascido em Yale, Oklahoma, em 1929, Chet cresceu numa casa musical: seu pai era guitarrista de Western swing, sua mãe pianista. A família se mudou para Glendale, Califórnia, em 1940, onde ele começou na música sacra, trocando o trombone pela trompete aos 13 anos. Depois de passar pela banda do Exército dos EUA em Berlim entre 1946 e 1951, onde se apresentava em clubes de San Francisco, Chet encontrou seu caminho ao lado de Stan Getz e Vido Musso, mas foi com Gerry Mulligan em 1952 que desenvolveu seu estilo particular, baseado no contraponto em vez de linhas uníssono. My Funny Valentine se tornou sua música de assinatura.

Entre 1953 e 1956, Chet liderou seus próprios quartetos e conquistou votos em revistas como Metronome e DownBeat. Seu álbum de 1954, Chet Baker Sings, mostrou tanto sua voz etérea quanto sua trompete. Toured pela Europa em 1955 e gravou em Nova York e Los Angeles com nomes como Art Pepper, Bill Evans e Philly Joe Jones. Mas desde os anos 1950, o heroin o perseguiu: prisões, internações e períodos de inatividade pontuaram sua trajetória. Uma agressão em 1966 danificou seus dentes, afetando seu embocadura e sua capacidade de tocar, mergulhando-o numa fase de declínio. Tentou um retorno nos anos 1970, gravando em ambos os lados do Atlântico.

Da década de 1970 em diante, Chet gravou intensamente na Europa, colaborando com Philip Catherine, Niels-Henning Ørsted Pedersen e Michel Graillier. Em 1983, tocou num solo memorável em Shipbuilding do Elvis Costello. Seus últimos anos viram lançamentos em Tóquio, performances em Ronnie Scott's em Londres e uma eventual documentação em Let's Get Lost, o filme de 1988 que capturou sua figura decadente e lírica. Morreu em Amsterdã em maio de 1988, após cair de uma janela de hotel. No Garimpa Vinil, temos 23 edições rastreadas de seus discos, incluindo My Funny Valentine em vinil amarelo, Chet Baker Sings & Plays da série Blue Note Tone Poet e Memories: Chet Baker in Tokyo.