Ir para conteúdo principal
Garimpa

Louis Armstrong

14 discos de vinil encontrados

Louis Armstrong foi o trompetista que transformou o jazz de uma música coletiva em um ofício de solistas brilhantes. Saído de Nova Orleans em 1922, Satchmo carregava a gravidade da voz e a precisão do instrumento que fizeram dele um dos pilares da música popular americana.

Discos de Louis Armstrong disponíveis

Filtrar por Preço

Indisponível no momento

  • Louis Armstrong Plays W.C. Handy [Disco de Vinil] por Louis Armstrong, capa do álbum
    Indisponível
    Louis Armstrong

    Louis Armstrong Plays W.C. Handy [Disco de Vinil]

    Indisponível na Amazon

Sobre Louis Armstrong

Armstrong nasceu em Nova Orleans em 1901, numa cidade onde o creole, o ragtime, as bandas de marcha e o blues conviviam naturalmente. Aos 21 anos saiu em busca de seu mentor King Oliver em Chicago, tocando trompete e cornet nas bandas primitivas do período. Depois de uma passagem rápida por Nova York com a Fletcher Henderson Orchestra em 1924, voltou a Chicago e em 1925 gravou as primeiras sessões com seu Hot Five, discos que viraram referência obrigatória para qualquer músico que pegasse num instrumento depois disso.

Os anos 1920 e 1930 trouxeram sucessos consecutivos, mas também problemas que faziam parte do cenário: empresários desonestos, lesões na embocadura, conflitos com a máfia. Quando o jazz mudou de direção, porém, Armstrong nunca perdeu respeito entre os puristas, mesmo quando sua personalidade exuberante no palco irritava alguns. Já nos anos 1940, com um empresário de confiança tocando seus negócios, Armstrong consolidou sua posição como celebridade da indústria do entretenimento, aparecendo em filmes de Hollywood e alcançando números um com Hello Dolly em 1964 e What a Wonderful World em 1968.

Seu legado transpassa gerações porque, como Miles Davis resumiu melhor que ninguém: tudo que se toca na trombeta moderna vem dele. Armstrong provou que um negro no século vinte podia estar acima da política racial que dividiu a América, deixando sua música falar por si, e isso o permitiu acessar espaços que eram proibidos para homens da sua cor.